Editorial - Julho de 2008 

Thursday, July 31, 2008 5:09:34 PM

brasão do IASFA

Do
Tenente-General
Presidente do Conselho de Direcção do
Instituto de Acção Social das Forças Armadas

À acção social complementar, missão prioritária, do IASFA, foi associada a gestão da ADM na sequência da Lei n.º 167/2005, de 23 de Setembro.
Esta nova missão obrigou a reflectir prioridades, a derivar atenções, a redireccionar recursos e a reequacionar estruturas e organização.
E os resultados?
Todos sabemos que ainda não atingiram o grau de satisfação que afaste as nossas preocupações e as queixas dos beneficiários, que compreendemos e assumimos.
As questões e dificuldades estão identificadas, e o trabalho está a desenvolver-se em ritmo crescente.
Muito têm contribuído a tutela, os Ramos das Forças Armadas, com o envolvimento dos respectivos Chefes de Estado-Maior, as Associações de Militares e as críticas dos beneficiários que temos recebido.
Como referi no Editorial anterior, a importância do canal aberto e do relacionamento próximo têm como consequência ouvir as críticas mais do que os incentivos.
Àqueles temos sempre dado resposta com a resolução dos problemas apontados e, sempre que possível, com as sugestões que constituem matéria passível de ser integrada nas nossas acções.
Reconheço a impaciência no que diz respeito à rapidez e eficácia na resposta que devemos aos beneficiários.
Se o não fazemos de imediato e melhor, é porque a natureza e dimensão do problema o não têm permitido.
Toda a equipa da ADM e o Conselho de Direcção do IASFA estão empenhados em honrar a missão atribuída e dar respostas ajustadas.
A natureza das missivas recebidas confirma que devemos manter o ritmo de trabalho já iniciado.
A todos volto a incentivar com a crítica, porque entendo que enquanto ela existir, num só que seja dos beneficiários, a nossa tarefa não está concluída.
E queremo-la terminar, tão rápido quanto possível na área da ADM, para nos (re)centrarmos noutras áreas da Acção Social Complementar onde, também aqui, queremos manter o contacto com todos porque, permitam-me que repita, é nos outros e no seu bem-estar que reside a nossa preocupação primordial.

Francisco António Fialho da Rosa
Tenente-General